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Os Direitos da Razão e a sua Autoprodução entre o Sistema de Conhecimento de Descartes, o Projeto Crítico de Kant e o Idealismo Absoluto de Hegel|Luiz Carlos Mariano Da Rosa

Os Direitos da Razão e a sua Autoprodução entre o Sistema de Conhecimento de Descartes, o Projeto Crítico de Kant e o Idealismo Absoluto de Hegel

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"O que racional real e o que real racional" (Georg W. F. Hegel). Se o sentido e a finalidade da raz o como instrumento de conhecimento convergem para a possibilidade de discernimento envolvendo o verdadeiro e o falso, o que se imp e ao seu exerc cio n o sen o um m todo que consiste na aplica o de determinados preceitos destinados tanto ao entendimento como vontade, cuja contradi o caracteriza, segundo Descartes, o fundamento metaf sico do erro. Descartes, conforme assinala o Prof. Luiz Carlos Mariano da Rosa no Cap tulo 1, recorre a uma d vida que, na investiga o dos fundamentos absolutos, encerra uma radicalidade que tende a se deter nas fronteiras do pr prio ato de duvidar, o que implica na experi ncia do Cogito e traz a prova ontol gica da exist ncia de Deus como nica condi o capaz de assegurar a realidade do mundo. Sobrepondo uma concep o cr tica envolvendo os fundamentos do saber s ontologias dogm ticas que se imp em ao trabalho que implica a apreens o das quest es filos ficas, o projeto kantiano prop e o fim da filosofia como constru o metaf sica e a necessidade de se lhe atribuir uma tarefa te rica de car ter essencialmente geneal gico e cr tico, no sentido que encerra a legitima o do conhecimento racional atrav s da an lise das faculdades que se lhe est o atreladas, conforme assinala o Prof. Luiz Carlos Mariano da Rosa no Cap tulo 2, que se det m nos direitos da raz o cuja legitimidade a l gica da verdade reconhece e cuja ilegitimidade a l gica da apar ncia denuncia, convergindo para as fronteiras que encerram a possibilidade da constru o do conhecimento cient fico, medida que, tornando o entendimento o legislador universal da natureza e circunscrevendo a utiliza o das categorias aos limites da experi ncia poss vel, prop e as condi es necess rias para fund -lo sobre os ju zos sint ticos a priori. Assinalando o modo pelo qual a l gica acena com a emerg ncia do Absoluto, o Prof. Luiz Carlos Mariano da Rosa no Cap tulo 3 se det m na leitura hegeliana que, baseada no postulado que encerra uma equival ncia entre o racional e o real, sublinha o movimento dial tico que converge para a autoprodu o da Raz o, cujo processo traz o Estado como a sua realiza o atrav s do Esp rito objetivo, que implica uma rela o antit tica que envolve o Esp rito subjetivo do homem e culmina na sua transposi o em uma unidade substancial, a saber, o Esp rito "em si" e "para si", o Absoluto como Esp rito, puro saber de si da Ideia, perfazendo uma perspectiva que caracteriza a Hist ria como a encarna o do Esp rito e atribui liberdade uma condi o que transcende o indiv duo e sua vida privada.

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Details

  • ISBN-13: 9788568078075
  • ISBN-10: 8568078079
  • Publisher: Politikon Zoon Publicacoes
  • Publish Date: March 2018
  • Dimensions: 8.5 x 5.5 x 0.47 inches
  • Shipping Weight: 0.58 pounds
  • Page Count: 222

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